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A IMPORTÂNCIA DA CORONARIOGRAFIA COMO

MÉTODO DE INVESTIGAÇÃO EM CARDIOLOGIA

 

Antes de falarmos sobre a coronariografia e sua importância, necessário se faz conceituar alguns tópicos para melhor compreender o seu significado. Os termos cineangiocoronariografia, cinecoronariografia e coronariografia têm o mesmo significado.


O coração é um órgão composto basicamente do músculo cardíaco, artérias, veias, válvulas e o sistema elétrico que controla o ritmo cardíaco. O coração pulsa em torno de 70 vezes por minuto ou 100.800 vezes ao dia, bombeando o sangue para todo o organismo.


Todos os componentes do coração são importantes, mas para o exercício desta fundamental função de bomba ele necessita de um sistema de irrigação que forneça todos os nutrientes para o músculo cardíaco, representado pela circulação coronária. É fácil entender, então, que a redução ou a interrupção do fluxo sangüíneo através da árvore coronária determinará graus variáveis de isquemia miocárdica e em conseqüência disso o comprometimento do músculo cardíaco.


Várias são as causas que podem determinar a formação de placas na luz do vaso e conseqüente obstrução do fluxo coronário, a saber:

- diabetes;
- taxas elevadas de colesterol e triglicérides;
- antecedente familiar próximo com histórico de infarto do miocárdio;
- obesidade;
- hipertensão;
- estresse;
- sedentarismo e
- hábitos alimentares inadequados.


Todos sabemos a importância das medidas preventivas que podem ser tomadas para impedir ou retardar o desenvolvimento dessas lesões, não só coronárias mas em todo o sistema cardiovascular


A redução do fluxo coronário em graus variáveis se manifesta clinicamente sob diferentes formas de apresentação:


- os assintomáticos;
- a angina estável de evolução crônica que se exacerba na vigência de esforços físicos e emoções;
- as síndromes coronárias agudas;
- o infarto agudo do miocárdio e
- até mesmo a morte súbita do indivíduo.

 

Cerca de 300.000 pessoas morrem por ano no Brasil vitimadas por doenças cardiovasculares, matando mais que o câncer e os acidentes de trânsito, ressaltando-se que a grande maioria é de pessoas que estão exatamente em plena fase produtiva.


Dentro deste contexto aqui colocado, a coronariografia é considerada como o padrão ouro dos exames na definição da anatomia coronária. Consiste na visualização angiográfica dos vasos coronários após a injeção seletiva de substância contrastante. As imagens assim obtidas podem ser arquivadas em meios analógicos ou digitais, permitindo posteriormente uma análise detalhada qualitativa e quantitativa.

 

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A coronariografia permitiu o desenvolvimento seguro da cirurgia de revascularização miocárdica na década de 60, assim como a angioplastia coronária percutânea propiciou, na década de 70, o desenvolvimento e aperfeiçoamento de várias técnicas de intervenção percutânea.


Para a execução do exame é necessário o manuseio de instrumental dentro do sistema cardiovascular e, no entanto, o método apresenta baixa morbidade, baixa mortalidade e excelente confiabilidade, tendo como respaldo profissionais capacitados e equipamento de excelente resolução de imagens, como o desta instituição.


Há contra-indicações para o procedimento?

Aceita-se que a única contra-indicação absoluta para a realização da coronariografia é a total recusa do paciente em permitir o exame ou, no impedimento deste, a recusa de seus familiares


Todas as outras contra-indicações podem ser consideradas relativas mesmo na presença de insuficiência renal, acidente vascular cerebral recente, sangramento gastro-intestinal, infecção ativa, febre de origem indeterminada, anemia severa, hipertensão arterial não controlada, reações prévias importantes aos contrastes radiológicos, recusa do paciente por tratamento definitivo como a cirurgia ou angioplastia, intoxicação digitálica, pequena expectativa de vida, severa coagulopatia e endocardite da valva aórtica


Quando é indicado o estudo cineangiocoronariográfico?


A coronariografia está indicada dentro dessa ampla gama de variáveis clínicas

* Na presença ou suspeita de doença arterial coronária:

- em pacientes assintomáticos
- na avaliação de dor precordial atípica
- na suspeita de espasmo coronário
- na angina estável
- na angina instável


* No infarto agudo do miocárdio:

- na fase aguda
- na fase hospitalar
- na convalescença
- na fase tardia

* Nas valvopatias adquiridas
* Na investigação da insuficiência cardíaca
* Na presença de arritmias cardíacas a serem esclarecidas
* No estudo de cardiopatias congênitas e
* Em situações especiais


Clínica de Hemodinâmica e Cardiologia do
Hospital Santa Lúcia
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Fones: (0 XX 61) 445-0387 ou 445-0388





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